Assessment, arquitetura e migração de infraestrutura
Antes de comprar hardware ou assinar nuvem, vale saber o que você já tem, o que está em risco e quanto custa cada caminho. Fazemos o diagnóstico, desenhamos a arquitetura e conduzimos a migração — inclusive o caminho de volta, de nuvem pública para infraestrutura própria.
O que fazemos nesta área
- Assessment de Infraestrutura: levantamento do ambiente atual com riscos, pontos únicos de falha e oportunidades de redução de custo, entregue como relatório priorizado.
- Capacity Planning: projeção de consumo de processamento, memória e armazenamento com base no uso real, para dimensionar o próximo ciclo sem excesso nem falta.
- Arquitetura de Alta Disponibilidade: desenho da redundância camada a camada — energia, rede, host, storage e aplicação — a partir do tempo de parada que o negócio aceita.
- Arquitetura de Disaster Recovery: desenho do ambiente de contingência e do procedimento de virada, com RPO e RTO definidos por sistema e teste previsto.
- Migração On-Premises → Cloud: transferência das cargas do datacenter próprio para a nuvem, por ondas, com critério de aceitação e rollback definidos por onda.
- Migração Cloud → On-Premises: repatriação de cargas da nuvem pública para infraestrutura própria, caminho que já executamos saindo da AWS de volta ao datacenter.
- Migração entre Datacenters: mudança de toda a infraestrutura de um site para outro, com plano de transporte de dados, sequência de virada e janela acordada.
- Documentação de Infraestrutura: registro atualizado de topologia, endereçamento, credenciais, dependências e procedimentos — para que a operação não dependa de memória.
- Plano de Modernização de Infraestrutura: roteiro por fases para sair do ambiente atual, com prioridade, custo estimado e ganho esperado em cada etapa.
A migração que quase ninguém oferece: voltar
Sair do datacenter para a nuvem é caminho conhecido. Voltar — repatriar carga da nuvem pública para infraestrutura própria — é bem menos comum, e é o que várias empresas passam a querer quando a fatura mensal cresce sem que a carga cresça junto. Já executamos esse caminho nos dois sentidos, de on-premises para AWS e de AWS de volta para on-premises.
Assessment antes de comprar
Boa parte do desperdício em infraestrutura vem de comprar antes de medir: servidor superdimensionado, storage que sobra enquanto o gargalo é rede, licença de recurso que ninguém usa. O assessment mede o consumo real, expõe os pontos únicos de falha e transforma isso num relatório priorizado — que às vezes conclui que o caminho é não comprar nada ainda.
Documentação como entrega, não como promessa
Toda entrega termina com documentação do ambiente: topologia, endereçamento, dependências, procedimentos de recuperação. É o que permite que a sua equipe — ou outro fornecedor — opere sem depender de quem montou. Ambiente que só uma pessoa entende é risco operacional, não vantagem competitiva.
Perguntas frequentes
O que entra em um assessment de infraestrutura?
Inventário do que existe (hosts, máquinas virtuais, storage, rede, backup, licenças), medição do consumo real, identificação dos pontos únicos de falha e dos itens fora de suporte, e um relatório priorizado por risco e por custo. A conclusão pode perfeitamente ser adiar o investimento e corrigir o que já está em operação.
Vocês fazem repatriação de nuvem para on-premises?
Sim. Já executamos migrações nos dois sentidos — de on-premises para AWS e de AWS de volta para on-premises. A repatriação costuma ser motivada por custo recorrente, latência ou exigência de manter os dados em infraestrutura própria, e é planejada por ondas como qualquer outra migração.
Como vocês definem RPO e RTO?
Com você, sistema por sistema, porque são decisões de negócio: RPO é quanto dado a empresa aceita perder e RTO é quanto tempo aceita ficar parada. A arquitetura é dimensionada para cumprir o que foi definido, e o teste de recuperação mede se está sendo cumprido de fato.
Quem conduz os projetos de arquitetura?
Um engenheiro com 20 anos de experiência em infraestrutura, com migrações entregues entre hipervisores, entre plataformas de VDI e entre nuvem e datacenter nos dois sentidos. Um único responsável do diagnóstico ao handover documentado.