Kubernetes e platform engineering no seu ambiente

Projetamos, implantamos e operamos Kubernetes no ambiente do cliente — on-premises ou híbrido — com RKE2, entrega por GitOps com Argo CD e infraestrutura declarada em código. O objetivo é que a sua equipe consiga entregar sem depender de nós para cada implantação.

O que fazemos nesta área

  • Kubernetes gerenciado no seu ambiente: operação contínua do cluster dentro da sua infraestrutura — atualizações de versão, capacidade, observabilidade e resposta a incidentes.
  • RKE2: implantação da distribuição Kubernetes da SUSE voltada a segurança e conformidade, com plano de controle redundante e atualização controlada.
  • Docker e Containers: empacotamento das aplicações em contêineres, com imagens versionadas, registro próprio e padrão de build reprodutível.
  • Kubernetes On-Premises: cluster completo no seu datacenter, com storage persistente, balanceamento e ingresso resolvidos para hardware próprio.
  • Kubernetes Híbrido: cargas distribuídas entre datacenter e nuvem sob uma operação única, com identidade, rede e pipeline de entrega coerentes entre os lados.
  • Argo CD / GitOps: o estado desejado do cluster fica versionado em repositório Git, e o que roda em produção é reconciliado automaticamente com o que está declarado.
  • Platform Engineering: construção da plataforma interna que a sua equipe de desenvolvimento usa para implantar sozinha, com caminhos prontos e limites definidos.
  • CI/CD: esteira automatizada de build, teste e implantação, para que a entrega deixe de depender de passo manual e de quem conhece o procedimento.
  • Infraestrutura como Código: a infraestrutura descrita em arquivos versionados, de modo que o ambiente possa ser recriado, revisado e auditado como se fosse software.
  • Ambientes de Desenvolvimento e Homologação: réplicas controladas da produção para testar mudança antes de publicar, com dados tratados e custo sob controle.

Kubernetes onde a sua infraestrutura está

Nem toda empresa pode ou quer levar as cargas para nuvem pública — por custo, por latência, por exigência de soberania dos dados. Kubernetes on-premises resolve isso, mas traz de volta problemas que a nuvem escondia: storage persistente, balanceamento, ingresso, atualização do plano de controle. É exatamente esse trabalho que fazemos, com RKE2 como distribuição padrão.

GitOps: o repositório é a verdade

Sem GitOps, ninguém sabe ao certo o que está rodando: alguém aplicou um ajuste manual há três meses e a documentação nunca soube. Com Argo CD, o estado desejado mora no Git e o cluster é reconciliado continuamente com ele. Mudança vira commit revisável, rollback vira reverter commit, e auditoria vira histórico.

Entregar autonomia, não dependência

Platform engineering existe para que a equipe de desenvolvimento implante sozinha, com caminhos prontos e limites claros. Entregamos o ambiente documentado e a sua equipe treinada para operá-lo. Se depois disso você preferir que a operação continue conosco, ela continua — por escolha, não por dependência.

Perguntas frequentes

Faz sentido rodar Kubernetes on-premises?

Faz, quando a carga é estável e previsível, quando os dados precisam ficar em infraestrutura própria ou quando o custo em nuvem pública já não se justifica. O que muda em relação à nuvem é que storage persistente, balanceamento e atualização do plano de controle passam a ser responsabilidade de alguém — normalmente a parte subestimada do projeto.

Por que RKE2 e não outra distribuição?

RKE2 é a distribuição da SUSE voltada a segurança e conformidade, com padrões restritivos por omissão, atualização controlada e plano de controle redundante sem montagem artesanal. Para ambiente corporativo on-premises, é o caminho com menos peça solta.

Vocês oferecem Kubernetes hospedado na nuvem da JangadaCloud?

Ainda não — Kubernetes gerenciado como produto na nossa nuvem está marcado como "Em breve" no catálogo de soluções. O que oferecemos hoje é o serviço: projetar, implantar e operar Kubernetes dentro do seu ambiente, on-premises ou híbrido.

O que é GitOps na prática?

É manter o estado desejado do cluster em um repositório Git e deixar uma ferramenta como o Argo CD reconciliar a produção com esse estado. Na prática: implantar é abrir um pull request, voltar atrás é reverter um commit, e a auditoria é o próprio histórico do repositório.